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3º Domingo do Tempo Comum

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3º Domingo do Tempo Comum SEGUIR JESUS CRISTO PARA QUE O REINO DE DEUS ACONTEÇA “ Jesus andava por toda a Galileia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino …” ( Mt 4,23 ) Continuamos a catequese vocacional iniciada anteriormente. Se no domingo passado a Palavra de Deus nos questionava sobre nosso discernimento vocacional, neste domingo, ela, a Palavra, nos ensina que todo vocacionado ao ouvir e responder o chamado, torna-se discípulo e seguidor. E é este o tema sobre o qual discorre nossa catequese litúrgica de hoje: discipulado ou seguimento . O evangelista apresenta o tema de sua catequese enquanto reforça o sempre necessário ensinamento de que o centro da vida e da missão de Jesus Cristo é o Reino de Deus. Por isso, o verdadeiro discípulo deverá ter Jesus Cristo como luz que guia o seu coração.     ...

2º Domingo do Tempo Comum

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2º Domingo do Tempo Comum JESUS: NOSSO CAMINHO, VERDADE E VIDA “ Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus .” ( Jo 1, 34 )             Neste início do Tempo Comum – tempo propício para conhecer a Vocação, Identidade e Missão de Jesus Cristo – a Palavra de Deus deste domingo surge ligada essencialmente ao tema da vocação. Ao fazer isto a Liturgia nos convida a contemplar nosso lugar no plano salvífico de Deus. Guiados pelos testemunhos vocacionais apresentados na Sagrada Escritura tomemos consciência de que nós – discípulos, missionários e cristãos atuais – somos igualmente chamados a testemunhar o seu amor salvador nos caminhos da história. Caminhos que percorremos na esperança da edificação plena do Reino de Deus.      ...

Batismo do Senhor

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Batismo do Senhor Mt 3,13-17 “Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?” O nosso evangelho deste domingo narra o episódio em que Jesus vai até o encontro do Batista. João Batista era um profeta cuja mensagem principal dizia respeito a necessidade de conversão. A mensagem de João era acompanhada de um rito de purificação com uso de água – o batismo – um rito muito comum no judaísmo. No evangelho temos um relato de uma teofania (manifestação divina). O relato tem duas partes: o diálogo entre João e Jesus (vers. 14-15) e a manifestação de Jesus como Filho de Deus (vers. 16-17). No diálogo entre Jesus e João temos a explicitação do motivo pelo qual Jesus se deixa batiza. Pela resposta de Jesus, fica claro que o seu batismo é um passo necessário para que se cumpra o desígnio salvador de Deus. Na segunda parte temos uma manifestação divina (teofania) e são três os símbolos desta manifestação: os céus a...

Solenidade da Epifania do Senhor

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Solenidade da Epifania do Senhor O AMOR DE DEUS ENFIM SE MANIFESTOU A TODA HUMANIDADE “ Nós vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo ” ( Mt 2,2 ). O Natal mais do que um “dia”, se trata de um tempo. Isto se deve ao fato de a Encarnação ser um acontecimento inesperado, singular e inigualável na história. Os cristãos a celebram solenemente em três festas litúrgicas que constituem o Ciclo do Natal e que são igualmente imbuídas da espiritualidade “epifânica”: na Solenidade do Natal do Senhor celebramos o dia em que o Filho Unigênito do Pai se manifestou visivelmente em nossa carne. Na Solenidade  da Epifania celebramos – através do Magos e dos povos pagãos por eles representados – Deus manifestando a salvação para todos os povos. E na Festa do Batismo do Senhor celebra...

Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus

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Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus JESUS: A BÊNÇÃO DE DEUS PARA TODA A HUMANIDADE “ Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou seu Filho, nascido de uma mulher.. .” (Gl 4,4 ) No ano de 1968, o Papa Paulo VI propôs que todos os homens de boa vontade rezassem pela paz no mundo. Nascia assim ao lado da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, o Dia Mundial da Paz. Neste dia, pois, a liturgia convida-nos a contemplar a figura de Maria, mulher que ao ouvir o plano salvífico de Deus, deu à humanidade, Jesus, o seu tão almejado libertador e maior de todas as bênçãos. E ao celebrar o primeiro dia do ano civil, as leituras ao trazerem como centrais as palavras “ Bênção, Filiação e Salvação ” nos ensinam que no início de uma caminhada será sempre necessário permanecer com as mãos dadas com o Deu...

Festa da Sagrada Família

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Festa da Sagrada Família   “ José levantou-se de noite, pegou o menino e sua mãe, partiu para o Egito”. ( Mt 2,14 )             Amados irmãos e amadas irmãs!             A celebração de hoje nos ajuda a meditar e compreender o sentido da família e do seu valor para a sociedade. A Palavra de Deus deste domingo nos convida a contemplar a família de Jesus como exemplo e modelo das nossas comunidades familiares.  Assim como a Sagrada Família, as nossas famílias devem se empenhar em cumprir cuidadosamente os preceitos do Senhor e viver atentos às necessidades dos irmãos.             Na primeira leitura (Eclo  3,3-7.14-17a) , o sábio autor do Livro do Eclesiástico aconselha, de forma prática, algumas atitudes que os filhos devem ter para com os pais. Na sociedade atual, onde os valores familiares são a ...

Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo

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Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo MISSA DO DIA (DIA 25) E O AMOR SE FEZ CARNE, E HABITOU ENTRE NÓS “ Nestes dias que são os últimos, Ele nos falou por meio do Filho .” ( Hb 1,2 )             Amados irmãos e amadas irmãs!             A liturgia deste dia sublime convida-nos a contemplar o inefável amor de Deus, manifestado na Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é a “ Palavra ” que se fez carne e veio habitar no meio de nós. Com seu nascimento, Jesus assume nossa natureza humana a fim de nos oferecer a vida em plenitude e nos elevar à dignidade de “filhos de Deus”. Na primeira leitura (Is 52,7-10) , somos apresentados aos “ oráculos da consolação ” onde o profeta Isaías anuncia ao povo de...

4º Domingo do Advento

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4º Domingo do Advento Mt 1,18-24  “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo”   No 4º Domingo do Advento lemos o evangelho de Mt 1,18-24. No evangelho de Mateus o anúncio do nascimento de Jesus é feito a José e não a Maria, como em Lucas. Esta diferença existente entre os evangelistas não é importante, pois não estamos a procura de fatos históricos; interessa, sobretudo, perceber o que a catequese cristã primitiva nos ensina, através destas narrações, sobre Jesus. O anúncio a José segue o esquema dos relatos veterotestamentários, nos quais se anuncia o nascimento de uma pessoa importante. Neste anuncio temos sinais divinos como a aparição do anjo em sonho; que causa certo espanto e o enviado de Deus diz qual será a missão da pessoa que vai nascer. O intuito deste comunicado é dizer que desde o nascimento a pe...

3º Domingo do Advento

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3º Domingo do Advento Mt 11,2-11 ‘Eis que envio o meu mensageiro à tua frente; ele vai preparar o teu caminho diante de ti’   O 3º Domingo do Advento é chamado domingo Gaudete , ou domingo da alegria. A liturgia sugere que se use, nesse domingo, a cor rosada, simbolizando essa alegria discreta pelo natal que se aproxima. Esse domingo é semelhante ao 4º domingo da quaresma (domingo Laetare ), é comparado a um oásis no deserto. Quem está atravessando o deserto e encontra água rejubila de alegria. Assim também ocorre com o domingo gaudete . Estamos em um tempo de preparação para o natal e nos alegramos pelo fato do natal estar se aproximando. O evangelho é retirado de Mt 11,2-11 e pode ser divido em duas partes: na primeira Jesus responde a uma pergunta feita por João Batista e na segunda Jesus faz uma apreciação a respeito da pessoa e missão do Batista. Na primeira parte Jesus se utiliza de passagens do Profeta ...

Solenidade da Imaculada Conceição de Maria

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Solenidade da Imaculada Conceição de Maria O TODO PODEROSO FEZ MARAVILHAS EM MARIA “ Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra ” ( Lc 1,38) Um pouco da história do Dogma da Imaculada Conceição de Maria direto do Catecismo da Igreja Católica. Para vir a ser Mãe do Salvador, Maria «foi adornada por Deus com dons dignos de uma tão grande missão». O anjo Gabriel, no momento da Anunciação, saúda-a como «cheia de graça». Efetivamente, para poder dar o assentimento livre da sua fé ao anúncio da sua vocação, era necessário que Ela fosse totalmente movida pela graça de Deus. Ao longo dos séculos, a Igreja tomou consciência de que Maria, «cumulada de graça» por Deus, tinha sido redimida desde a sua concepção. É o que confessa o dogma da Imaculada Conceição, procla­mado em 1854 pelo Papa Pio IX: Por uma graça e favor singular de Deus omnipotente e em pre...