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3º Domingo do tempo Pascal

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3º Domingo do tempo Pascal Lc 24,13-35 “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!” Lemos neste 3º Domingo da Páscoa o relato dos Discípulos de Emaús. O evangelho deste domingo é retirado de Lc 24,13-35 e trata-se de um texto exclusivo de Lucas, ou seja, não se encontra em nenhum outro evangelho. No excerto bíblico vemos dois homens que caminham de Jerusalém para um povoado chamado Emaús, distante 12 Km. Segundo estudiosos das escrituras um povoado com esse nome tão próximo de Jerusalém é desconhecido. Mas isso não é importante, pois o nosso evangelista não está fazendo uma reportagem ou escrevendo um diário de uma viage m , mas na verdade Lucas quer deixar escrito uma catequese sobre Jesus. O que interessa ao autor não é escrever um relato lógico e coerente. O que interessa ao evangelista é explicar aos cristãos como é possível descobrir que Jesus está vivo e como podem os fazer a experiência...

2º Domingo da Páscoa

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2º Domingo da Páscoa A IGREJA REUNIDA EM TORNO DA DIVINA MISERICÓRDIA “ Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não seja incrédulo, mas fiel .” ( Jo 20,27 )             Concluindo a oitava da Páscoa, celebramos hoje o Domingo da Divina Misericórdia que foi incluído no calendário litúrgico pelo Papa e agora santo, São João Paulo II, em 30 de abril de 2000, na Missa de canonização de Santa Faustina, religiosa cujas revelações particulares a tornaram conhecida como apóstola da Divina Misericórdia. Assim sendo, desde o ano 2000 as comunidades paroquiais de todo o mundo passaram a celebrar no segundo domingo da Páscoa a Festa da Divina Misericórdia. A partir disto, compreendemos porque a liturgia da Palavra deste domingo revela a comunidade crist...

DOMINGO DA PÁSCOA DO SENHOR

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DOMINGO DA PÁSCOA DO SENHOR Jo 20,1-9 “De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos”   Na liturgia do 1º domingo do tempo Pascal lemos o evangelho de Jo 20,1-9. No relato vemos Maria Madalena, que no primeiro dia da semana, se dirige ao túmulo em que Jesus foi sepultado e se depara com o sepulcro vazio. O sepulcro vazio indica que Jesus não ficou prisioneiro da morte: ele ressuscitou. A perícope se inicia com a indicação cronológica: “no primeiro dia da semana”. Essa expressão indica que começou um novo ciclo – o da nova criação, o da Páscoa definitiva. Aqui começa um novo tempo, o tempo do homem novo, que nasce a partir da doação de Jesus. Maria Madalena representa a figura da nova comunidade que nasceu da ação criadora do Messias. Essa nova comunidade, testemunha da cruz, acredita, inicialmente, que a morte triunfou e procura Jesu...

VIGÍLIA PASCAL – SÁBADO SANTO

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VIGÍLIA PASCAL – SÁBADO SANTO PRESSUROSOS CAMINHEMOS AO ENCONTRO DO RESSUSCITADO “ Ide depressa contar aos discípulos que Ele ressuscitou dos mortos […] ” ( Mt 28,7 ) Sábado Santo : igreja fechada como o túmulo, a celebração do Ofício de Leituras e da Oração da Manhã, com a participação do Povo. O Domingo da Páscoa, o dia do “Ressuscitado ” se aproxima. Eis a Vigília Pascal na noite santa, com Círio e Proclamação da Páscoa, Liturgia da Palavra, Liturgia Batismal e Liturgia Eucarística. A liturgia da Palavra desempenha um papel essencial na Vigília Pascal. São nove leituras, oito salmos e oito orações. Um conjunto que visa resumir toda a Palavra de Deus contida nos 73 livros Bíblia. Toda a história da salvação é resumida, condensada e apresentada como a paisagem de uma janela aberta diante de nossos olhos. Como pedras pavimentando um camin...

SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR

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SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR CONTEMPLAMOS E OUVIMOS O QUE O SENHOR, NA SUA MORTE, DESEJA NOS FALAR “ Ele tomou o vinagre e disse: Tudo está consumado. E inclinando a cabeça, entregou o espírito ”. ( Jo 18,30 )             Com a Celebração da Paixão do Senhor – no dia em que “ Cristo, nosso cordeiro pascal, foi imolado ” ( 1Cor 5,7 ) –, a Igreja celebra o mistério da Cruz gloriosa daquele que, “derramando o seu sangue, instituiu o mistério da páscoa” (Oração do dia). A Igreja recorda o seu nascimento sabendo que assim como Eva nasceu do lado de Adão, a Igreja nasce do lado aberto de Cristo na Cruz.  Deste modo, compreendemos que a Igreja nasce silenciosa, prostrada, ajoelhada, em oração (como nos ritos de abertura da celebração de hoje), chamada anunciar a paixão de seu Senhor (na ...

QUINTA-FEIRA DA SEMANA SANTA

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QUINTA-FEIRA DA SEMANA SANTA QUINTA-FEIRA DA SEMANA SANTA O AMOR QUE ENSINA O QUE VIVE E VIVE O QUE ENSINA “ Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz .” ( Jo 13,15 )             Com a Missa vespertina da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, a Igreja inicia o Tríduo Pascal e faz memória da instituição do Sacramento da Eucaristia, da instituição do Sacerdócio ministerial e do mandamento sobre a Caridade fraterna. Esses três mistérios recordados são compreendidos e vividos à luz do Lava-pés ( Jo 13,1-15 ), que é o centro do evangelho da segunda celebração solene de hoje. O gesto do Lava-pés significa o serviço e a caridade de Cristo, que veio “ não para ser servido, mas para servir ” ( Mt 20,8 ). Notemos que a Liturgia Eucarística desta missa tem início...

Domingo de Ramos da Paixão de Senhor

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Domingo de Ramos da Paixão de Senhor A GLÓRIA DE DEUS SE FEZ AMOR NA CRUZ “ Humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. ” ( Fl 2, 8 )             No último Domingo da Quaresma, somos colocados às portas de Jerusalém e consequentemente às portas do “Tríduo Pascal”.  A “Semana Santa” constitui o centro do ano litúrgico e seus ritos recordam o núcleo da fé cristã (Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor). Como uma fonte de onde se origina a água que alimenta todos os rios, do Tríduo Pascal emana toda a espiritualidade cristã. Assim sendo, a Palavra nos leva a contemplar Deus que em seu amor de Pai, envia seu Filho ao nosso encontro. O Salvador assumiu a nossa condição humana, fez-se servo e oferece a própria vida para vencer definitivamente o mal e o pecad...

5º Domingo da Quaresma

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5º Domingo da Quaresma JESUS: NOSSA RESSURREIÇÃO E NOSSA VIDA “ Eu Sou a Ressurreição e a Vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. ” ( Jo 11, 25             Eis que chegamos ao 5º domingo da Quaresma. A cidade de Jerusalém já se apresenta ante nossos olhos e coração. Estamos nos aproximando da Semana Santa e os temas quaresmais cada vez mais buscam nos introduzir na espiritualidade do mistério pascal de Cristo. Sendo assim, nestas três últimas semanas a liturgia foi cadencialmente apresentando elementos ou símbolos do Batismo: a Água com a Samaritana, a Luz com o Cego de nascença e agora o Espírito Santo que dá a vida com a ressurreição de Lázaro. E assim a Palavra nos revela que a vontade de Deus é nos oferecer uma vida plena que ultrapassa definitivamente os limites da vida biol...

4º Domingo da Quaresma

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4º Domingo da Quaresma JESUS: LUZ PARA GUIAR NOSSOS PASSOS E NOSSA VIDA “ Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor. Vivei como filhos da luz .” ( Ef 5, 8 )             O quarto domingo da quaresma é chamado de “Domingo da Alegria. O tema da alegria se mescla ao tema da luz e percorre toda a celebração eucarística se fazendo presente em todas as orações. Se trata de um convite para antecipar o que a Páscoa realizará e também nos regozijarmos com a renovação interior que a Quaresma produz. Assim sendo, a alegria que a liturgia evoca é a luz de Cristo, que iluminará os que vão receber o batismo na noite pascal. Todos somos convidados a receber o banho no “Enviado” para renascermos como filhos de Deus.             A primeira le...

3º Domingo da Quaresma

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3º Domingo da Quaresma “ Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado ” ( Rm. 5,5 ) A Palavra de Deus deste domingo nos convida a ter a convicção de que Deus é a fonte de todo Bem e somente por Ele e Nele poderemos encontrar a paz e a vida plena. Durante esta peregrinação quaresmal a primeira leitura tem nos oferecido um amplo horizonte contemplativo das origens da história da salvação como uma janela sendo aberta para o passado de nossa fé. Já vislumbramos atemorizados – nas figuras de Adão e Eva – a cena do pecado original que culminou no afastamento de Deus. Contemplamos esperançosos – através da obediência e confiança de Abraão – a iniciativa divina para reaproximar-se da humanidade. E hoje no Livro do Êxodo (Ex. 17,3-7) – numa imagem tipificada – enxergamos na ingratidão de Israel e na ...